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Amigo Secreto |
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40 Poemas Editados
- A estrela... que brilha NOVO - Cansaço... feliz NOVO - Cantiga de uma noite de amor - Des... Acerto NOVO - Despertar NOVO - Entrega NOVO - Estudo para um Canto de Amor 1 - Estudo para um Canto de Amor 3 - Folhas NOVO - Luta interior NOVO - Momentos NOVO - Novos dias NOVO - Percurso NOVO - Presença NOVO - Refeito de mim NOVO - Saudades NOVO - Tempo presente NOVO
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Abraços Lucy Berenguer
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AMANHÃ AMANHÃ Sim Amanhã terei tempo para pensar! Mas se o tempo - por estranha teimosia - se esquecer de mim e não passar e Amanhã não for um Dia?? Hoje já foi ! Mas ora Hoje !... Que me deu ? - 24 horas, uma carta, mais um vulto que me foge... Pois vá-se embora, que parta porque o Mundo não acaba. Mas Amanhã com uma mão cheia de Terra com um punhado de luzes e com um naco de Céu, esboçarei no meu barro um outro vulto mais novo uma nova fantasia ...se o tempo não se esquecer que Amanhã também é dia !! E trauteando poemas iremos pelos canteiros. E havemos de nos perder num labirinto de cheiros..... J. Diogo 1999 |
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Cântico Final Cântico Final Sossega pensamento. Há-de chegar o dia da tua realização hás-de poder cavar e demolir "Montanhas" com a força irreprimível da tua vontade e poder eternos; hás-de beijar - só porque assim quiseste - as "Nuvens" passageiras e agarrar na mão, Mundos mais distantes; hás-de encontrar o caminho perdido recomeçar de novo, destruir as fronteiras que aprisionam povos e afagar em Paz as crianças que falam outras línguas; hás-de criar outra imagem de ti próprio sorvendo um Ar sem mácula... hás-de lembrar como de um pesadelo dos cinismos e das mentiras que te envolvem hoje os dias.; hás-de descobrir e acariciar a força que tens para ti criada na verdade das convicções... hás-de poder dizer palavras proibidas ditas livremente sem o medo de errar... hás-de poder abraçar o Mundo e "Vê-lo" como uma estrada que desejes percorrer... sossega pensamento. Depois da noite o Sol traz-nos sempre uma nova madrugada !!! J. Diogo 1999 |
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Estudo para um Canto de Amor 1 Estudo para um Canto de Amor... 1. Somos tu e eu, feitos de ossos e artérias. O nosso sangue não tem cor definida e flutua livre por canais fechados intercomunicados como nós. Os nossos olhos têm forma diferente mas olham-se sem medo e sondam profundezas nunca esperadas. As nossas mãos conversam sem palavras e levam frémitos no aflorar mais leve Os nossos corpos são a realidade das utopias vagas que se materializaram O nosso pensamento encontrou-se nas enterlinhas de um falar sem sentido e revelou-se e fez parar o tempo Que estranho sortilégio nos fez caminhar ao Nosso encontro??? J Diogo 1992 |
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ESTUDO PARA UM CÂNTICO DE AMOR 2 ESTUDO PARA UM CÂNTICO DE AMOR 2 Tu vieste E carregavas uma flor sem nome branca como luas leve como nadas a oscilar às brisas Eu cheguei E trazia uma flor, negra como eu, hirta como rochas mística, esquisita... E as nossas duas flores geraram uma outra flor que se estrumou em prazer... É por isto que tanto Amo o mistério de Viver !! J Diogo 1992 |
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Estudo para um Canto de Amor 3 Estudo para um Canto de Amor 3 Que nos separa ainda ? Já contámos as estrelas Já proibimos as neves De nos darem tons brancos. Já semeámos trigos Azuis (Um mar azul Feito para nós e as nossas barcas) Já esboçámos planos Onde só cabem dois... Já dissemos palavras em línguas tão diferentes como nunca ninguem ouviu. Já moldámos um corpo No jeito de dois corpos. Que desígnio nos prende? Que feitiço nos une? Mergulharemos num Mar sem praias perto, Num Céu sem nuvens dentro. J Diogo 1992 |
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SONHO SONHO E Se Um devaneio me põe asas nos pés e fico todo eu pensamento e o gosto de voar assim mais leve do que o vento e gastar me na erosão das palavras que me queimam de amor procurar por toda a parte Diogo Vaz 1996 |
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A MINHA PRÓPRIA BÚSSULA...
O que eu quero é tudo é nada rejeito glória feita de ironia oferecida petulantemente talvez.... como se algo de mim estivesse à venda em troca de minha voz silenciada.... O que eu quero é tudo é nada neste fardo carregado aos ombros minha obstinada razão de ser Universal rejeito da gente do meu País ser renegado duvidado e não aceite como sou falso e não autêntico, ser considerado O que eu quero é tudo é nada rejeito atalhos que me apontam como falsa amizades fácilmente esgotadas mal ainda começaram....... Quero a minha própria Bússula e com ela governar(?) o meu destino na livre loucura que me vem...... ....de ser um Homem Vivo.... Homem pleno...... Homem Inteiro !!
J Diogo 1979 |
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CAPRICHOSAMENTE
Quisera Amor que tu surgisses na minha frente da Terra em forma de flor
ou do Céu em forma de anjo (braços erguidos correndo sorrindo para mim, carinhosa...
Quisera Amor caminhar unidos De mãos nas mãos, olhos nos olhos Mesmo sem falar tudo dizer E sempre contentes o Amor Viver ...Apetece-me beijá-los quando o Sol se for esconder e no fim estiverem nossos desejos por uma flor em teus cabelos... Depois...bem, depois, em fim de dia, poderei morrer com o Sol-Pôr sem qualquer dor, tu a sorrir para mim de alegria!!!!!!!
J Diogo |
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PRESENÇA...
Porque sinto Sim, porque sinto a tua presença ao falar e esse teu jeito de me prender afagando-me o espírito de forma tão singular...?
Porque sinto a sinceridade dos "beijos" nas mensagens que me envias doutras paragens?? Porque sinto este prazer de ler livros nunca antes lidos e desejo saber dos mistérios dos Mundos convertidos???
Porque sinto esse carinho que é teu vago, distante visão de um mero instante...????
Como é cada vez mais difícil sentir tudo isso envolto em fumo tenso de cigarros em vão e continuar a ver-te formas lindas e sensuais no campo delineado da minha ficção...
Diogo Vaz - 1989 |
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POEMA POEMA Pensei-te planifiquei-te e escrevi-te com letra amorfa e amordaçei-te na folha do meu bloco de notas Olhei-te demoradamente num perfil de boca de mulher linda, entreaberta E vi-te depois nos olhos de um velho qualquer aposentado e já seco de lágrimas E também te vi atentamente
no olhar daquela criança
rasgado de azul para o infinito das paisagens
(insondáveis
Toquei-te quase nos cabelos revolteados e na tez morena que pareciam algas de um mar profundo calmas e serenas Mas não sei que me deu enlouquecido realmente meus dedos nervosos e incontrolados fizeram de ti folha de mil bocados Atirei-te ao vento como mensagens pela nesga entreaberta daquela boca agonizante E foi assim que não chegaste a ser POEMA Diogo Vaz |
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Mulher Adormecida Mulher Adormecida Onde foi Mulher que tu perdeste a semente do bem de que nasceste? onde foi Mulher que enterraste sonhos de criança que sonhaste de olhos tristes e macerados caminhas pela rua embriagada pela ideia na Vida que desejaste e não tiveste levas contigo na Alma nua um corpo que já o foi de tanta gente Se ainda não estás de todo morta desperta para a Vida que te chama Vive em Primavera florida o tempo que ainda te resta numa hora, num segundo, mas Acorda acorda e deixa de ser Mulher prostituída !! José Diogo |
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Comprimindo o Grito Comprimindo o Grito Ah pudesse não ser eu ser apenas o grito comprimido em meu peito... Ah pudesse ser eu dos teus versos aos teus olhos eleito! Ah pudesse eu fazê-los brilhar tanto como aquela estrela lá no alto... Ah pudesse eu fazer-te sorrir e sonhar e, comovidamente, chorar de alegria... Não ter palavras duras para te dar e viver dos sonhos e da ventura de ser apenas teu... entre beijos e abraços gestos de ternura carícias e afagos tantos como jamais alguem viveu!! J Diogo - 28.05.1982 |
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NECESSIDADES NECESSIDADES Dos teus braços estão meus braços pobres de abraços Estão dormentes de frio os meus braços tão laços, tão cansados de esperar pelos teus abraços Nos braços dos meus braços há sempre um lugar vazio J Diogo - 15.06.01 |
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DUAS FASES DO MESMO TEMA... DUAS FASES DO MESMO TEMA... I Quando te lembro é como se tivesse Na boca a feição pura de uma prece No corpo o ar gelado de Dezembro Quando te lembro Só te vejo Distante Efémera visão dum mero instante És volátil, és fumo, se te lembro... Não há em ti um sopro de Paixão? Não sentes o que eu sinto? Mas então Porquê essas carícias que pressinto Porquê esse ar febril e ansioso Com que falas? Porquê? - Se não embalas O mesmo que embalo e forte sinto O meu viver ansioso e desejoso... Porquê essas carícias que pressinto? Quando te lembro Há em mim sensações 9opostas Adivinho que gosto...e que não gostas E sinto-me perdido se te lembro... Quero agarrar-te E foges escarnecendo, Estendo o meus braços e, louco! Vou correndo vou correndo, correndo sem parar e tu lá longe pareces brincar e eu corro mais e mais p´ra nunca te alcançar. Quando te lembro É como se vivesse Quisera Ter-te ali, falar-te doce Que os nossos corpos um só corpo fosse E que morrendo os dois um só morresse... J Diogo
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DUAS FASES DO MESMO TEMA 2 DUAS FASES DO MESMO TEMA II Talvez o Sol perdido nas alturas Viesse iluminar as ruas onde entrasses P´ra dar-te mais noção das madrugadas puras Por onde caminhasses Se me deixasses Quebrava-se o feitiço, como se um estranho rio Viesse humedecer as margens do fastio Das sinistras vielas onde andasses. Se me deixasses Era como se as rochas de infinitas empenas Quebrassem as amarras da Terra secular E como tu, rolassem Sem dar conta das penas Que vão queixar-se ao Mar Nas ondas mais pequenas... Se me deixasses Perdiam-se, findavam, as corres das aves mortas Ou vivas e eufóricas e loucas, passageiras E podias bater às portas que encontrasses Que só tinhas o som de vozes derradeiras!! Se me deixasses Perdia-se na sombra a silhueta adunca Dum castelo de areia Talvez igual a mim nunca encontrasses Mas eu, igual a ti, não encontrava nunca... J Diogo
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CANTIGA DE UMA NOITE DE AMOR... CANTIGA DE UMA NOITE DE AMOR... No quarto a luz velada E a música da noite que, sem se ouvir, surgia No espaço limitado Acontecia Para dar natural tonalidade, compondo o ambiente Como parte integrante Fluente !! A cama não falou Quando os corpos já loucos Se fundiram nun só. As sombras das paredes Foram cúmplices. Os móveis deram cena natural E o riscar de um riso sensual De frase ciciada Perdeu-se no silêncio Foi-se gravar no nada. Foi-se a luz, a música, Ficaram trevas cheias Num toque de calor Num silêncio de vida ultrapassado. Depois Aconteceu Amor. As roupas já desfeitas cheiravam a pecado... J Diogo Agosto / 2001
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O PRINCIPIO E O FIM...
...e numa noite estava eu tão só que os lamentos da brisas, arrepiantes frios, pareciam que cantavam desafios à minha solidão. E de repente as Leis desapareceram!! O chamamento que eu ouvi então Nos gritos das ravinas, O perfil da visão colada ao firmamento E um súbito vento, gargalhada de escárnio provocante, levaram-me pela mão pela noite adiante. Sem Deuses nem Demónios falando-me ao ouvido Ditando-me o caminho, Eu dei por mim sem nada que me soasse a Vida. Apenas o meu corpo cansado de correr E a longa caminhada por atalho perdido Ultrapassando a coisa de Viver. Findara a longa espera. E fiz-me poeira, nuvem, imaterial. Disperso Átomo do Universo A regressar ao pó donde viera. Fora de mim as Tábuas Temporais. No Nada Absoluto que encontrei O Principio e o Fim eram iguais.
J Diogo
Agosto2001
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RESTOS RESTOS Era o tempo da ingénua crença Pintando de esperança Os nossos verdes anos amadurecendo lentos... Em nome do progresso... (sempre em nome dele! O presidente da Câmara mandou arrancar (aquela árvore velhinha onde nos aconchegávamos um no outro emocionados à tardinha Já não existe A data que no tronco lhe marcámos E também secou a folha verde onde escrevi Aquele poema de amor que trocámos Verdes anos tenra idade (nos sonhos e da beleza juventude que foi nossa por um dia inteiro e agora que nos resta? – só lembranças! Que pouca consciência eu tinha Daquele grande amor que nos unia!! Os meus anos amontoados Foram-se, pouco a pouco, despindo-se de verdura Resto-me rico em solidão e abandono E na lembrança que guardo (da ternura dos teus dedos revividos nas longas noites sem sono. J Diogo 2001-11-21
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CÂNTICO SEM RAZÃO DENTRO CÂNTICO SEM RAZÃO DENTRO Olha para mim e diz-me Se o fogo que tu notas nos meus olhos É natural e humano...?! Eu sou aquele Que luta por castelos invencíveis E por rotas sem fim Que se perdem para além De todas as distâncias conhecidas Transpondo os horizontes Dos Céus e dos Infernos Sou o que diz : « Não quero!!...» Às glórias oferecidas A troco de oiro e carne... Sou o que diz : « Não esqueço...!!» Às culminâncias do bem e do Mal O que se agita, como arbusto, aos ventos Que galopam pelos dias. O que se inclina perante as poesias Dum Céu em tempestade Dum Mar de nuvens de água De estrelas esquisitas Que nos prometem Mundos Diferentes e distantes; Sou o que afaga os rostos das crianças Que nos prometem Mundos Diferentes e distantes Num amanhã sem data Olha para mim e diz-me Se o fogo que tu notas nos meus olhos É natural e humano...?! Sou o que se fez de uma ironia Que se gerou em guerras Que se formou em guerras Fomes e doutrinas de loucos... O que ouviu as palavras Duma geração podre A dar-se ares de imponente De Ciências... nunca igualadas...Nunca Os cânticos que eu ouço Vêm de além de mil cânticos Vivos Lançam-me Para Infinitos Jamais ultrapassados, Onde uma Vida é átomo Onde a fala Não vai compor os erros cometidos Impor filosofias... Eu sou, me sinto de longe De muito Longe, muito... Aprendi a não matar E a não ver “ sangues “ reles Espalhados pelos torrões que os profetas prometeram que os Poetas cantaram que os homens sujaram... Quero esperar E defender o meu Castelo Glória de sonhos E Mundos Novos Impossíveis, loucos, De dimensão sem fim... Será por isso, que o fogo que tu notas nos meus olhos É natural e humano, Sim...!!! Amigosecreto
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CATARSE... CATARSE... Os medos são fantasmas da Alma quando o sentir se esvazia de vontades não presentes quando a entrega é tão grande se ilimitando a um ponto que nem sentes... No sentir que se refaz a cada momento útil de utilidade sentida retomamos o caminho restaurando a nossa Vida... Mas os fantasmas morrem quando o vazio se preenche quando a vontade é presente te ilimitando a um ponto que se Sente...!!! AmigoSecreto |
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Superação... Superação... Na superação do tempo há um momento de paragem enquanto o Sol não brilha ou não sopra uma aragem... Somos todos adiamentos sucessivos por momentos não vividos os desejos são lembrados quando nunca são esquecidos Nada limita os pensamentos que de Liberdade se alimentam por isso certos momentos nos fazem passar tormentos quando na Alma se sentam... Despi-los com decisão acariciando a Vontade, pode ser a solução... ...mas vesti-los (?) Concerteza nos adia, E engorda a escuridão !!! AmigoSecreto |
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TEMPO INTERMÉDIO…I TEMPO INTERMÉDIO…I Um tempo, uma viagem Desejos por realizar Na contraface da Vida Existias p´ra recordar Ultrapassei a barreira Limitada de mim Por entre escolhos dispersos Desejando o que não vi Espraiado nos teus versos… Sem pudores ou omissões Despi-me de preconceito Vivendo cada momento Desejando ser teu eleito… O prazer reInventou-se Adentrou-se o desejo No silêncio do não dito Saudámos este sentir Por isso te quero tanto…REPITO!!! A espera deste tempo É mais velho do que eu Nasci, cresci e deFormei Tanta coisa que nem sei… Por dentro da noite fria Aconteceu a Viagem…, nasceu a Primavera A Alvorada da manhã Num desejo/espaço ilimitado de ser teu Senti que o Amor será O que ainda ninguém Viveu!! Contemplo cada momento pasmado de emoção pelos ontens que não tive pelos Amanhãs que virão… No tempo intermédio deste Amor Saberemos que o outro Vive Sabemos que o outro…..NÃO!!! AmigoSecreto
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Tempo Intermédio II Tempo Intermédio II Descobri que o tempo tem um valor relativo pelo tanto que me neguei e finalmente voei com um desejo dentro do coração sabendo que iria ter um prazer sem dimensão...!! Antes, quando algum desgosto me invadia esvaneciam-se-me as vontades perante a dúvida surgia o desespero...a agonia e quase sem querer, me invadia o pensamento (perigoso) de ser ou não ser mentira de mim próprio... ...são tantos a mentir-me (...) Mintam-me que eu também sei mentir (dizia) Mas deixem-me Liberto para ser Eu mesmo Com Vontade, quero Existir (enquanto tempo de isso for...) Carrego nos ombros a imagem desfocada ( do que fui...) e mais o peso do que outrora chamavam pecados de Amor...(?) depois de tantos adiamentos sucessivos que despejaram veneno em minha Vida... ...valeu a pena esperar e não desistir acreditando, sentindo... que sem ti, eu sei, seguiria me mentindo... Tudo é inédito para mim nesta viagem impar com que me brindo... ...cheguei no Tempo Intermédio recomecei a Vida com desejo renovado sabendo e sentindo que contigo, meu Amor nada estará Terminado!!! AmigoSecreto
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TROCA… TROCA… Eu cheguei Por dentro da Vontade Despido de amargura De certo modo voando Nas asas Dum desejo de ternura. Por isso parei p´ra te ver Surpreso, muito feliz Contemplando cada momento Sem palavras nem matriz… Despertei da emoção Sentindo que era capaz De abraçar e Viver Um Amor como quando era rapaz… E por isso reNasci Na certeza da manhã Sentindo que outro dia Seria de Felicidade E nunca palavra vã….!!!! AmigoSecreto
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VIRTUAL.....IDADES !! VIRTUAL.....IDADES !! Ao sabor das emoções E sentimentos vazios Se fala e escreve a dês ...Horas Apelando a desvarios... E como este tempo absorve Num apelo subtil, com ternura O que parece não é... E pode criar amargura... Virtual...Idades tamanhas Sem dimensão ou fronteiras de ilimitado sentir Sem idade ou Religião Faz o Mundo “Progredir” Nos dedos da tua mão... Podes desejar ser Tu No tempo de partilhar... Mas esta forma de sentir Ilumina sem brilhar... Não me falem, não me digam De Verdades Virtuais É na procura, no cheiro e no Afecto Que se poderá entender Todo um prazer completo... AmigoSecreto |
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A noite chegava e Existem nebulosas Mas sabendo que
existem ...e num tempo
que se descobre Renasci J Diogo
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A
cada dia que passa
Navego contra as marés
Os pensamentos, por vezes voam sem rumo
Este começo é inédito
Sim, estou cansado J
Diogo
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O percurso, em
cada ano Por isto, o
conhecimento Por isto sempre
achei Nesta luta
desigual J Diogo |
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DESPERTAR...
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Debruço-me sobre o tempo
Existe ainda, no reverso de mim
Quero saber contemplar
Celebraremos sempre J
Diogo
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Voam umas A viagem que a
folha faz As dos livros se
folheiam É nas folhas de
papel Podem ser um
pensamento Não aceito mais
pensar J Diogo
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Há nuvens no horizonte
Neste apelo à ignorância
Talvez caiba perguntar
Sou ponto de interrogação
De que valem os lamentos A
Liberdade é um bem
Espero, desejo merecer sentir,
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Os dias nascem
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Sinto-me despido
de momentos vazios Cada momento é um
Mundo Num tempo de
agitação É nesta expressão
que eu sinto Que cada Hoje
sempre seja no prazer
reinventado J Diogo
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Novos Dias…
Liberto o pensamento
São dias novos
…neste encontro (quase perfeito…)
Me renovo neste sentir J
Diogo
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Teus apelos tão
suaves Há rectas que, na
Estrada É um afago tão
grande O tempo perde
Razão Nada poderá
impedir
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Presença… Acordo com o
brilho do Sol É desperto neste
afago Nesta leveza de
estar Abençoada sejas
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Ausentei-me algumas horas
Certas horas parecem anos
São 17:00 horas
Cada mudança da Lua J Diogo
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Saudades... Te revelas em
cada gesto Saudades de que
amanhã J Diogo 14.05.2003 |
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Olho p´ra traz
P´ra preencher os vazios
Há intervalos J
Diogo |
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