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Rodrigo Capella

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Página inaugurada em 07/12/2005

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Biografia

6 Poemas Editados

- Agora

- Atitude

- Chuva, chuva, fuja!

- Conferida

- Momentos como esse

- Retoque

 

Rodrigo Capella

 

 

 

 

Biografia:

Poeta, escritor e jornalista, Rodrigo Capella nasceu em São Paulo, Capital, no ano de 1981. Publicou o primeiro livro, intitulado "Enigmas e Passaportes" (Forever Editora), em 1997, com apenas 16 anos. Em 2005, quase dez anos depois, o autor voltou ao cenário literário com dois lançamentos: "Como mimar seu cão" e "Transroca, o navio proibido", ambos pela Editora Zouk. Rodrigo Capella também publicou poemas em diversas antologias, entre elas "Diversos" (Andross Editora), "Ave Palavra" (Clube Amigos do Livro) e "Além da palavra" (Scortecci Editora). Em breve, Capella vai lançar "Rir ou Chorar, o cinema sentimental", obra que narra as aventuras do cineasta Ricardo Pinto e Silva. Esse livro vai ser lançado pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial, comandada por Rubens Ewald Filho.


Página pessoal:

www.rodrigocapella.com.br

Blog:

http://poemasdorodrigocapella.blogspot.com

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Agora

Fúnebre momento hilário,
Percorre toques de olhar,
Calafrio, imensidão,
O contrário digo não.

Veias da imaginação,
Suar entre gestos,
Sublime a minha volta,
Corda, a toda hora

Ventos que sopram calados,
Amaldiçoados, coitados,
Tempo, vago atado,
Correr, sangue intenso.

Eu mesmo perdido,
Tardio é meu vão,
Coração triste e oco,
Nem pensar em perdão.

Caramba, senso não há,
Palavras perdidas,
O que cita ação,
Intensa, revolta, agora.

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Atitude

Rimar faz mal,
coitado do poeta,
que por qualquer razão,
quer ligar, rimar, juntar.

Prefiro versos soltos,
pequenos e grandes,
cheios de gentes,
cantantes, falantes, antes.

Porra! O que eu faço?
versos e rimas,
narro fatos.

Reflito o momento,
comento, assuntos assim,
não vejo essência,
em fazer versos pra mim.

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Chuva, Chuva, Fuja!

Raio de brilho omisso,
terra, de mim desgastada,
entre ofícios e ócios,
vida apagada.

Tempo de ternura e agonia,
vento com chuva carregada,
prefiro momento controlado,
vida, tempo confiscado.

Quadro sem luz,
caminho tortuoso de moral.

Ternura, agonia, fuja,
enquanto é carnaval.

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Conferida

Fogo no corredor,
morte,
ardente e cruel,
não sei se vou viver,
pra ver o que é seu.

A vida traz lembranças,
ás vezes cansa,
cabeça, adoeceu?
liberdade plebeu.

Identidade conferida, mudança de ares.
troco sons e mares.

Ignoro a idade,
vida em vão,
sem paternidade,
dor no coração.

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Momentos como esse


Luzes de Lindos Lábios,
Raios Tênues e Cristais,
Momentos de Desejada Dor,
Fantasias e Mágicos Sonhos.

És tão bela e insensata,
Carícias sem abraços,
Dores de belas canções,
Beijo, sensações.

Venero-a como uma flor,
Puras luzes obscuras,
Tua rara beleza.

Desejos como esse,
jamais terei.

Pensar em você,
não morro por quê?

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Retoque

 

Poema em branco,
garrancho,
ai, que me perdoar.

Sonhos, repletos,
vozes
você, calado,
e os gestos?

 

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