Amigos

Sindroma

Quantos amigos me correm nas veias?
Quantos de vós eu guardo no meu peito?
Quantos poetas tenho nas ideias?
Quantas ideias terão bom proveito?

Como as aranhas... teço tantas teias
Tantos caminhos percorri a eito
Quantos poemas tenho nas ameias
Deste castelo que não foi desfeito?

Ainda tenho a minha chama acesa
Cada vez mais eu amo a liberdade
Que sirvo sempre nesta minha mesa

Porque os amigos nunca são saudade
São a verdade e a minha certeza
De nunca ser vã... a nossa amizade