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Página inaugurada em 25/02/2007 Ultima actualização 28/04/2007 |
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39 Poemas Editados
3 Contos |
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Marília Becher Bahr
-Faculdade de Formação de Professores Direito Usual e -Pedagoga -Especialização em Espaço, Sociedade e Meio Ambiente -Vários Cursos de Capacitação voltados ao meio ambiente -Ambientalista -Poetisa -Articulista
Extraído do Blogger Vida em Gotas
http://www.poetisa.blogger.com.br
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AO SER DE HOJE - AMIGO Lugar comum ao verso e a prosa. Tantos planos em acertos e enganos. Madrugada inquieta... Mundo silencioso e nada ocioso. Uma história, uma proximidade fraternal eclodem na licença. O vivido me faz sonata. Algum sentimento firmou-se muito além das coisas menores. Somatória de forças no existir que agrega o antes e o depois. Um abraço inteiro no canal-farol que veste realidades. Um todo divisível e harmônico indiferente aos modelos marcados e mofados nas gavetas da respiração. Vivências dentro e fora das personas maquiadas. Indício de presente onde palavra é situação. Pensamentos soltos, paciência adotada... Dia branco na caminhada... Água que corre em trocas inusitadas... ! O B R I G A D A ! Marília Becher Bahr Quarta-feira, Dezembro 21, 2005 1:52 PM
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O auto-reflexo que me despe é direto e animado O cristal firmou acordo e será livre para a conquista A lista dos nomes adiados também cresce Se mudanças surgem preciso muito mais de alho e cruz O novo Mundo inclui o Polo Norte a Grécia Antiga e uma fase pirata Meu relógio de parede mostra o clima com movimentação autêntica O cartão de memórias é atual história -Repetição? -Não! Não há economia de suor e prontidão Meus quadros aderem ao laçador de sonhos Na nova água mergulho de olhos abertos e me encanto aos teus Ah! Essas variações... que aceleram os batimentos cardíacos e transferem meus desejos a outros cenários Nada de planetas desérticos! Meu arsenal é numeroso forte suave amoroso e sensual Um diário faz ponta de circo nas camas elásticas e o trivial cantante me satisfaz Minha paixão é o agora que não se quebra nem demora Marília Becher Bahr Domingo, Setembro 24, 2006 11:30 PM
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Bastardos O tempo é o espaço que alterna o sonhar de cada presente. A real necessidade de algum valor ou idéia é justificada por um benefício imediato ou futuro. Uma sensação de mundo como algo exterior, separado do homem. Viver neste retrocesso sem certezas emboloradas e ciente por expurgar celibatos. Falar de amor conspira a favor, mas não se ditam manuais ou códigos redigidos. Vestimentas propiciam olhares e esse externo é cômodo, pois aparências são restos de utopia. O herói aguarda as medalhas douradas de um pavio curto, enquanto os narizes farejadores fazem cascata de atores. Algumas rochas encobriram a paisagem, descartando o que se é. Medos! Medos! Medos do fascínio barato. Indignação no fascínio de casca solta corrompida. Carências nas fontes sugerem cólicas secas. As peças refletem os momentos eleitos aos microfones do poder. ...É a sede... Ainda é sede para morrermos sem ousadias. Ainda é sede essa insistência-desisistência que nos jogam na face. Ainda é sede para tantos amadores. Ainda é sede o copo abandonado nas mesas. Ainda é sede esse pseudo-ignorar bastardo. Marília Becher Bahr Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007 2:18 PM |
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Feito está Hoje, são gotas poéticas criadas ao universo das almas. As mesmas que fazem nascer os hinos de uma nova era. Poemas sem paradigmas consagrados, sendo únicos em um canto onde o longe inexiste. Não sei ao certo de qual espaço surgem as palavras, nem quando os dias ou noites se fazem aquarela. Sinto em tantos contatos que a saudade só é encontrada quando a distância substitui a presença. Anotações mínimas, como um ponto sem vida, estimulam a esperança do amor alquímico ao desenhar a natureza humana. Sou rio, ar, vento, mar, terra ou estrela. Falo de mim ou de você! Conto de viagens e prazeres! Observo corações brilhantes, ausentes, predadores, tristes, caminhantes, inocentes, instigantes. No feito, quem lê sente as formas, mas não se basta e pede além do trivial. Da inquietude se lambuza e brinca o verso por inteiro. Esse é o princípio daquele que busca o motivo do... Respiro-Penso-Sinto-Tropeço-Levanto-Crio-Sigo em frente. É gente... É... Gente dentro da gente. Marília Becher Bahr Sexta-feira, Março 24, 2006 1:08 AM |
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Intensa Moro no país herança Moro na independência de córneas visionárias Moro no cimento goma dos primeiros degraus Moro na estrada ambígua dos velhos archotes Não moro na superficialidade Não moro na lentidão do pronto Não moro na caixa da esquina Não moro na pata do burro Moro e não me demoro atrás do espelho Moro no país esperança Moro na velocidade de asas habilitadas Moro no modo legal do crescer Moro na porta da comunicação aberta Moro e não me demoro atrás da história real Moro e apresso a letra do mudo ...Onde moro... A fome de tudo precisa de um país! Marília Becher Bahr Sábado, Julho 29, 2006 2:56 PM
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Manhã Frases contínuas Explicações envolventes A tolerância buscada Já foram encontradas Quem amargou o sorriso Perdeu Viveu de passagem rasgada Emudeceu Que não se faça amor desigual! Um afagar visível Sentado ao uivo dos sons Passa em quietude do arrepio Brinca e segue para jamais voltar Mentes animadas Misturas do equilíbrio Embarcações aladas Já confirmaram a audácia Que se faça a fonte do envolver! A manhã se dobra aos sentidos borbulhantes De passos sem pés Na manhã Sem apelos Um ponto vivo se faz criança Marília Becher Bahr Sexta-feira, Junho 09, 2006 11:27 AM |
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Meninas Estas rosas de pano pagam excesso de certeza artificial Aquela maneira árida de pedir: dure mais! Distante dos créditos e débitos no conta-gotas que alimenta tédios não pense em amenidades-consolos Talvez uma chance... de igualdade… nas incertezas do subsolo Das calcinações internas canta os versos febris de um tema menos justo e mais corrente As rosas disponíveis estão sozinhas no fundo dos copos em lágrimas decoradas A gargalhada dentro das carteiras importam as mesas-balcões destilando a madrugada como pastores da noite. O álcool sobre aquelas aventuras mansas de um pandeiro malaco depositam encontros na garoa Brilhantes Mansas Meninas dos olhos nos alegres e tristes porres
Marília Becher Bahr |
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No Agora Estou Na terra tenho os pés, as razões, os sentimentos. Na terra tenho os olhos da observação. Da terra de múltiplos caminhos abraço motivos que despertam outros sentidos. Vôos de quem aprende a cada minuto o barulho do povo. Povo sou! No chão batido-invertido descrevo fragmentos do cotidiano. Poemas eclodem sem prévia permissão. Rabiscos da convivência ditam as falas de vidas anônimas, vidas minhas. Poetas absorvem os prováveis erros, acertos, sorrisos, lágrimas. No agora...estou procurando não ser. Marília Becher Bahr Quinta-feira, Outubro 27, 2005 10:32 PM
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O OUTRO LADO O sorriso interno construiu presença permissível e do sopro ao lado instaurou audiência. Inspirações emprestam palavras amorosas, realistas virtuosas, profanas, sensuais, e fraternais aos poemas. Em quantas frases-pensamentos se gastam os segundos? Os poetas serão servidos ao tempo? Condicionados? Aprisionados? Convertidos? Insanos? Viajantes? Instantâneos? Arteiros? Guerreiros? O tempo interpreta os poetas? O tempo coexiste ao som de cada verso no aberto do certo-incerto e descoberto dizer. Simplicidade sentida, escrita, despojada ao sol da manhã. Ah!Essa liberdade flutuante do papel que vaza sonhos-fatos-atos e confunde quem os lê. Que ameniza dores em travessias arriscadas do eixo central. Que jorra felicidade e no rastro deixa saudade na exata transferência-sintonia. Buscador faz pausa e observa todos os passos-surdos em dias de silêncio. Marília Becher Bahr Sexta-feira, Outubro 28, 2005 1:02 PM |
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Ponto de Partida Hoje minha madrugada desperta com sonhos brancos Não permito permanência negativa Não projeto legados diminutos Ergam suas bandeiras de tantas pátrias Ajustem seus sinais e algo mais Quando me disponho a escrever é que começo a viver o dia Coordenando uma pauta Ouvindo uma flauta Natureza reverdece O efeito nunca chega sozinho...existe alguma causa...vida afora Hoje há uma jornada à frente A terra guarda calor e exala alguma tepidez que conservou Resquícios de beleza Luz Amor Creio que os anjos tocam violino e que uma estrela decidiu cantar! Novos impulsos do coração! Sou simples verso se a razão descarto Se a realidade aceito quando parto Se ao meu destino chamam de utopia Minha conexão permite uma boa dose de açúcar! Marília Becher Bahr-Vida em Gotas Terça-feira, Fevereiro 13, 2007 12:43 AM |
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Tempero Há fogo cruzado em tudo que penso. Águas revoltas nos mares que viajo. Tempestades nas trilhas que ando e faíscas nos corpos que aconchego. Não é frio o tempero de minha alma e nem só de mel minhas atitudes. Ponho garra em tudo que faço e não provo o doce antes do amargo. Não será manso e calmo o colo dos meus afagos e tampouco será de certeza infinita o que dou, porém intenso enquanto vivo. Amores e amizades que repartem o mesmo prato cálido que sorvo vão comigo até o fim, lá onde não se nega, trai ou se profana. Marília Becher Bahr Sexta-feira, Novembro 25, 2005 2:17 PM |
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Traçados A poetisa amadureceu e deixou sua coleção de palavras multiplicadas em endereço alheio. No poema e na vida suportei longa espera para realizar um novo caminho. Num gesto distraído captei seres em seu fugitivo instante de beleza. A cada vôo entre frio, morno ou quente me permito lugar. A poetisa remonta pedras, clones e flores. Nestes segundos passo recados nas visíveis portas encobertas pelo verniz. Os traçados perdidos aos indiferentes mostram etapas do destino. Se o gesto de amar se encontra em corações que se faça infinito e cale as razões Marília Becher Bahr Segunda-feira, Abril 03, 2006 12:04 PM |
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Traças No jeito de abrir as pálpebras onde crianças fuçam as bolsas fartas... No jeito de pássaros engaiolados entre gatos encarcerados nas unhas giletes... No jeito dos caules amargos onde as medusas rasgam a própria pele... Nestes cenários inscritos nas pontas de pedras onde arremessam elefantes pelo desvio... No jeito Onde O pavio Inflama nos Lábios em carne-pálida Um corte sangra na raiz Nestes sádicos jeitos desafinados Onde o passado não se filia O sul não teve norte Não foi forte Não inaugurou sorte Não interessa: já houve fim No jeito de porão e vovô náufrago é quem engarrafa esperanças e lança aos armários cartas de amor Quantas gavetas na mesma cômoda ficaram lotadas de traças? Marília B. Bahr Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007 11:58 AM |
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UM SENTIR A natureza humana desnuda justificando que sejam apresentados juntos. Consciências irmãs. Corpo e alma feminino fornecendo face inspiradora de súplica e doação. ...Perturbadora... ...Instigante... Feminina integrando-se ao universo! A natureza humana de costas inserindo extenso pedido de força. Sensualidades reveladas. Corpo e alma masculino compartilhando traços e cores de audácia. ...Centralizadora... ...Permeadora... Masculino dispondo-se ao universo! ...Ser.. ...Seres... ...Humanos... ...Retratados... Sentidos em fragmentos. A cada olhar uma particularidade adicionada! Desperta e questiona o improvável. Arte do nascer. Do parir. Imaginação pede espaço. Sopro de beleza infinita. ...Fenômenos das estações... Inventário de impulsos no viajor de mundos! Dois...dois em um. Marília B. Bahr Sexta-feira, Agosto 25, 2006 5:46 PM
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A Boa Solidão O estado solidão é momento humilde que permite acalento de existência Ao emaranhado da labuta sem pausa o degustar solitário fala ao cosmo sem desistência poética e integrada das tantas vidas Não é ficção Não é desilusão É meditação É interiorização Se àquela quietude mansa e serena mereço um sorriso caloroso a chama do amor prevalece Quisera em todos os seres o mesmo grau de paz e harmonia em águas mornas e suavizantes Os olhos indicam as paisagens já colhidas e os milhares de sons deixam marcas de pés num porto de embarcações nutridas Na verdade somos nós no elo encontro ...então... que se evite o pronto que surpreenda o novo que se oferte a relva florida que amadureçam os frutos Em ciclos do saber quem sou o sopro de Deus medita a tarefa do dia i n s t a u r a n d o a opção da noite Que se faça visível a ternura de um beijo sincero Marília Becher Bahr
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Aspiramos Sem um endereço não há começo porque o tempo transcorre na idéia guardada. Um envoltório simbólico em nossa essência. Essa estrada é estréia de verdades onde elásticos perfis assumem formas. Enquanto ficamos montando quebra-cabeças, peças que nós criamos, novas inspirações e mudanças do ser andam soltas no cotidiano universal. Se as paralelas se ajustam no infinito, a felicidade vai longe em sonhos tantos. Ardendo em decretos misturamos razão e sentimento, geralmente imprecisos. Vagando na ânsia do aqui-agora nos preparamos para fluxos inesgotáveis. Tudo o que chove no ditado livre do pensar segue novos embriões. Nosso interior é um afluente que existe onde os sinais ganham espaço. ...E... ...no leva-beija-soma... ...vestimos o ar... ...na extasiada linha do horizonte... ...A.S.P.I.R.A.M.O.S... ...Amáveis-fortes-fontes... Marília Becher Bahr
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Conexões Sem receios de dizer pouco ou muito. Sem medos de estender corpos e emoções. Ao que vai ser dito, nas escolhas da mente, novas conexões geográficas. Os ouvidos, além de ruídos, escutam melodias. Todos os sentidos aguçados, suaves, ásperos, roliços. Fendas naturais necessárias recebem dados da vida. Troca de lentes. Visões estão projetadas em milhares de alternativas. Quadros soltos nos corredores da força que move, anima, exprime e une dentro de passagens internas e constantes. *** Nós douramos Nós nos pés descalços Marília Becher Bahr |
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Linhas Teu coração não sangra... ele pulsa e brinca de gato e rato. Divide o desejo entre dois esta |