|
Índice |
|
Margarida 39
|
|
Última actualização 26/03/2005 |
|
Agenda
As esquinas da lua
Contos
Crónicas da Net
Entrevista
Galeria de arte
Livro de visitas Ecos do Ressoa
Os poetas do canal
Página Inicial
Poemar na escola
Poemas ditos
Ressoa Página pessoal |
|

20
Poemas Editados
- Berro
- Canso-me
-
Ergo meu corpo
- Eu choro em silêncio
- Fechar o tempo
-
Junto de ti
- Mãe (1)
- Mãe
(2)
- Mãe
(3)
- Meditando na vida
-
Minha Mãe
-
Palavras
-
Poemar
-
Poemar 2
NOVO
- Porque vos falo
- Se...
- Se eu fosse Deus
-
Se pudesse
-
Sentir
- Tudo está feito
Veja os desenhos de
Margarida 39
|
|
Sonho
Margarida Rocha

|
|
|
|
|

|
|
Canso-me
Canso-me de dizer o que sinto
sem o dizer
canso-me de me expressar
sem me expressar
canso-me de ver sem ver
o que se passa
canso-me de ouvir sem ouvir
o que ouço
canso-me de falar sem falar
o que quero falar
canso-me de escrever sem escrever
o que sinto
canso-me de ter tudo dito
e não o ter dito
Margarida Rocha
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Eu choro em silêncio
Eu choro em silêncio
Meu coração está a ficar marcado
Por cada lágrima que engulo
Por cada que tenho
Eu choro em silêncio
Meu ser se abala
Meu ser se fere
Nada tem, tudo quer
E eu aqui, já a ficar exausta
De tanta batalha interior
De tanta guerra interior
Eu já nem sei como chorar
Eu choro em silêncio
Todos estes indivíduos, deste Planeta
Me fazem mal, me ferem
Me enjoam, me revoltam
Eu choro em silêncio
Meu coração já esta a fraquejar
Minha mente esta a voltar-se
Contra meu corpo
E quer deixar de andar
Não! Não! Não!
Não há-de parar!
Porque eu venço sempre tudo
Com ajuda de alguém
Mas venço
2005/02
Margarida Rocha
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Palavras
Sonhei!
Sim sonhei com a palavra,
a nossa amiga inseparável.
No sonho, ela estava triste, desesperada
E eu não compreendia nada.
Quis-lhe perguntar, onde estavam as palavras lindas.
Que ela costuma utilizar para caracterizar a vida.
Olhem! Nem a isto respondeu!
Pedi-lhe então que me ajudasse a encontrar as palavras gordas.
Sim! Aquelas que se enchem de ar.
A Palavra sorriu, nada mais.
Oh! Palavra, estás deprimente, até pareces gente!
Olhem! Que indignação que ela teve!
A Palavra disse-me daquelas Palavras feias e magras.
Eu fiquei triste, pela palavra não entender, ou eu
não entender a palavra.
Soltou um gemido,
e uma palavra muito doce e delicada,
disse-me o que se passava
È que a palavra estava doente,
Por se ver tão mal utilizada.
2005/02
Margarida Rocha
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Porque vos falo
Porque vos falo
Não falando…
tem um sentido
sempre profundo
tem um motivo
bem melhor
Porque vos falo,
não falando
porque vossa voz
me ergue
porque vossa voz
me levanta
porque vos falo
não falando
vosso silêncio
entra em mim
faz-me voltar
ao vosso mundo
Margarida Rocha
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Se…
Se um dia me quiseres alcançar
Mete-te nas ondas do Mar
porque só nas ondas do mar me poderás alcançar
Se um dia me quiseres apanhar
pede ao vento para te levar
porque só com o vento me poderás alcançar
Se um dia me quiseres apanhar
pede a Deus para te levar
porque só Deus é que me pode Alcançar.
Margarida Rocha
92
Índice
Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Seu eu fosse Deus
Se eu fosse Deus
Não parava a guerra
Porque ninguém quer
Não provocava Paz na terra
Porque se não,
não tinham que falar
Se eu fosse Deus
Trocava meu Mundo
Trocava meu tempo
Trocava meu Lugar
Se eu fosse Deus
As guerras não Paravam
Só parava as Guerras Interiores
Porque são estas que provocam
A Guerra na Terra
Margarida Rocha
92
Índice
Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Sentir
Sinto a vida sem viver
Sinto a morte sem morrer
Sinto a dor sem ter dor
Sinto a angustia sem ter angustia
Sinto, sinto, não!
Não sinto nada
Sinto sim vontade de sentir
Por ter muita vontade de sentir
E que sinto sem sentir
Sinto, que vou sentir
Todo aquilo que tu sentes
Sem tu sentires o que eu sinto
Sinto que minto e não minto
Sinto que falo, sem falar
sinto, sinto, não !
não sinto, nada
Sinto que vivo sem viver
Sinto que nada mais faço para viver
sinto que morri sem ter morrido
Margarida Rocha
93
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Fechar o tempo
Mãe! quero fechar o tempo
Ele já andou de mais
Repara o teu e meu passado
Quanto tem aumentado
Mas nossos futuros...
Quanto tem diminuído
Mãe! ajuda-me a pegar no tempo
E guardar no lugar sagrado
Para tu nunca me deixares
92
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Junto de ti
Junto de ti, aprendi
A enfrentar em silêncio, do mar encarpelado
Junto de ti, aprendi
A remar o barco, mesmo com os remos partidos
Junto de ti, aprendi
A nunca desistir de levar o barco até à terra
Junto de ti, aprendi
A viver por vezes em silêncio como tu muitas vezes vives
Junto de ti, aprendi
A dar Amor,
Junto de ti, aprendi
Muitas coisas, mas não tudo
Porque nunca ninguém, aprende tudo que sua Mãe ensina
Porque muitos anos que a Mãe viva.
92
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Mãe
Mãe, deixa-me contar-te as
histórias sem fim, que tanto falas
Mãe, deixa-me falar-te das histórias já faladas
Mãe, deixa-me dizer-te quem sou
Mãe, deixa-me estar aqui bem juntinho a ti
Mãe, não é preciso tu falares, ao eu falar, deixa-me estar aqui
Mãe, já reparaste no meu olhar disfarçadamente alegre
Mãe, já reparaste no meu rosto que tão enrugado está de tanto chorar
Mãe, ajuda-me a tirar estas máscaras que trago colada no meu rosto
Mãe, ajuda-me a rasga-la mas devagarinho, porque dói
Mãe, depois da mascara tirada vê meu rosto, macio e belo
Mãe, deixa-me dizer-te quem sou.
92
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Mãe (2)
Mãe, não quero que tua
pele fique enrugada
Mãe, não quero que meu cabelo esbranquice
Mãe, não quero que o tempo passe
Mãe, quero que tu estejas sempre comigo
Mãe, vou...vou fechar o que há de mais precioso
O tempo
Para ele não andar mais.
Mãe, quero fechar o tempo
Mas ele foge de minha mão
e está a passar
Meus cabelos estão a esbranquiçar
Mãe! Teu rosto a enrugar
Ajuda-me a fechar o tempo
Para tu nunca me deixares
Obrigado
92
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Mãe (3)
Mãe, corre, vem depressa
Eu estou aqui só,
Sem uma voz escutar
Mãe, corre, vem depressa
Olha em teu redor
O dia de hoje não é igual ao de ontem
Mãe, corre, vem depressa
Olha! Estou só sem estar
Olha! Estou triste sem estar
Mãe, corre, vem depressa
Afagar este corpo que quer..
Sentir o calor do teu corpo
Mãe, corre, vem depressa
Preciso de teu beijo
Preciso de teu carinho
Mãe, corre, vem depressa
Quero sentir a tua pele na minha
Quero sentir teu corpo junto ao meu
Mãe, corre vem depressa
Tenho sede dos teus carinhos
Tenho sede do teu calor
Mãe, corre, vem depressa
Mãe, eu não me sei expressar
Mãe, eu não sei falar
Mãe, corre, vem depressa
Deixa-me estar junto a ti
Como quando nasci
Mãe, corre, vem depressa
Eu estou aqui só
Sem uma voz para escutar
92
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Minha Mãe
Minha Mãe,
Não te vou dizer que és a mais bonita de todas
Porque isso todos os filhos dizem
Minha Mãe,
Vou-te dizer muito mais
Vou tentar mostrar-te a minha admiração
Minha Mãe
Foste tu que me geraste
Que me trouxeste no teu ventre
Minha Mãe
Quantos "problemas! te dei nesse tempo
Quantos "transtornos" te dei nesse tempo
Minha Mãe
Que alegria enorme tu sentiste ao eu chegar
Que vontade enorme tu tiveste de chorar
Minha Mãe
Eu tenho a honra de tu me teres dado a vida
EU tenho a honra de ser por ti escolhida
Minha Mãe
Não digo, isto em vão
Não o digo por dizer
Minha Mãe
Tu sabes melhor que eu, os riscos que correste
Tu sabes melhor que eu, como tudo podia acabar
Minha Mãe
Eu sei que qualquer um dos teus filhos
Foram todos bem vindos
Minha Mãe
Eu sei que não sou mais nem menos
Que meus irmãos
Minha Mãe
Mas,
Minha Mãe
TU deixaste-me nascer
Tu não me tiraste a vida
Minha Mãe
Tu sabias que ao me teres podias morrer
Tu mesmo assim tiveste a coragem de me ter
Minha Mãe
Pode não parecer, mas eu adoro-te
Posso não ser, talvez a filha que tu idealizaste
Posso não ser, aquilo tudo que idealizaste
Mas,
tu mesmo assim gostas de mim
Mas,
tu mesmo assim não me desprezas
Mas,
tu mesmo assim não te arrependeste de me teres
Minha Mãe
Pode não parecer, mas eu adoro-te
Pode não parecer, mas eu
AMO-TE
92
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Se pudesse
Se pudesse arrebentar a
tela
E ir junto de vos,
Abraçar, chorar em vossos ombros
Fazer, o que nunca pode
aqui fazer
Se pudesse ...
Voava, ía lá no alto
E pedia a Deus
Para vos proteger
de todo de ruim
Que por aí anda
E aí sim todo este
sofrimenteo não era a toa
Amiigos ...
escutem me .....
Vivam e eu viverei com
vocês junto de mim
Se pudesse arrebentava
a tela...
dizia-vos que a vida
é algo de grandioso
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Poemar
Quem sou eu!? Para
falar de ti?
Ninguém
Poemar!
Sala sossegada, tranquila, amorosa!
Poemar!
Enaltece as ALMAS, todas!
Poemar!
Não deixe, morrer teu SER
Poemar!
Alimenta, sim alimenta cada espírito que o frequenta
Não pares nunca
Nunca pararás
Poemar!
Tu que ergues as vozes;
que por vezes estão silenciosas
Ti que ergues as vidas
que por vezes....
estão quase terminadas
Mas, Tu , poemar
NUNCA MORRERÁS.
BEM HAJAS , Poemar
2005/03
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Berro!
Berro!
Sim berro!
Mas....
Em silencio..e é este berro silencioso que me MATA
Corrói as veias, que latejam o sangue
o sangue da vida terrena , que nos faz movem
mas ...e a mente...
essa berra silenciosa
pelo corpo...
este estar ou não doente....
sufoco todas as células com meu pensar
sufoco meus amigos com minha angustia
E não olho
não olhos seus problemas
e eles!?
Não tem, problemas?
claro que têm , mas eu ...não sei mais escutar eles,
a espera me tornou egoísta
Desculpem amigos
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Ergo meu Ser
Ergo meu Ser, e o elevo, junto de Ti
E ai me deixo estar
Apanhando Tua luz
E impregnando a luz este meu corpo,
Nesta minha casa , por mim escolhida
E com esta luz , a espaço e a alastro, mais e mais
Para a compor
Para depois
Mostrar
quem sou
e que de mim
posso fazer.
2005/
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Meditando na vida
Meditando na vida
Vejo, que e passagem
passagem , parar outro lado...
Lado que poucos conheceis.
Para quê? Grandes construções?
Para que grandes guerras?
não !
Construam-se dentro de vosso próprio templo
E saibam viver bem , mas bem dentro dele.
2005/mar
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
|

|
|
Tudo está feito!
O que ira acontecer, não se sabe
A ânsia do saber , corrói meu corpo
Arranca cada veia , e explode pelos olhos
Por eles deitam lágrimas de sangue.
Mas...
Perguntais porque!? Se nada sabes!?
Mas…
a cabeça, roda de pensamentos, de passados vividos
De dores e não dores
De episódios do que sei
Meu olhos Sangram lágrimas de angústia
De não ter certeza ,
Certeza de como estou
Certeza do que vou passar
Meu Deus pega em mim ao colo e me adormece...
Findando este sofrimento.
2005/
Índice Margarida 39
|
| |
|
|
| |
|
Poemar 2
Segundos, minutos, horas ,
noites
quase sempre aqui
Junto de vos
silenciosa, calada, observadora...
Desenhando....
Meditando...
No que vos colocam
Nas musicas
Nos poemas
Poemas, escritos por vos
Poemas, sentidos
Poemas, que demonstram vossos Seres
E
Observando a Poemar
Observo-vos e conheço um pouco de vós
Só escutando e observando
Desenhando...
E tudo porque....
A Poemar é o bálsamo
de muitas vidas.
2005/03
Índice Margarida 39
|
|
|
|
|

|
|
Agenda
As esquinas da lua
Contos
Crónicas da Net
Entrevista
Galeria de arte
Livro de visitas Ecos do Ressoa
Os poetas do canal
Página Inicial
Poemar na escola
Poemas ditos
Ressoa Página pessoal |