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Aisha
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Página inaugurada em 08/07/2005 |
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16
Poemas Editados
- Amantes
- Amei você
-
Aparências
- Apenas um olhar
-
Apogeu
-
Delírio
-
Entrega
-
Liberdade
-
Metamorfose
- Papel
-
Plaisir
-
Rascunho
-
Renascimento
- Restos de nós
-
Retalhos
- Rosa
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Tocando a vida
Lucy Berenguer
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Amantes
(Adriana Cristina
Rampin)
Ser amante no covil do prazer
buscando nessa ardência que me faz louca,
que me tira os sentidos,
que me faz tão sua,
seus mais loucos desejos atender.
Desfaço-me de mim mesma, sou sua presa,
acaricio seu ego com extrema sutileza,
sentindo seu gosto como gata sem defesa
coloco-me como humilde súdita de sua mais completa realeza.
E sigo a explorar-lhe os pontos,
eretos músculos se fazem surdos gemidos,
ecoando nos sentidos, agora totalmente desprovidos
na languidez absurda à qual somos remetidos.
Corpos em chamas, contorcendo-se no prazer exclamam,
gritantes no desejo,
no clímax da paixão se derramam
em surda explosão, tornando-se um só nesse êxtase proclamam
o recomeço de novo vôo,
gemidos abafados nos corpos ainda quentes que clamam
aos amantes insaciáveis que mais uma vez se amam.
Aisha
22/05/2005
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Amei você
Adriana Cristina
Rampin
Amei você!
Momentos de sublimação dando asas à paixão
que corria em minhas veias
tomando-me por inteira,
levando-me a sonhar, querer, amar e viver
tudo o que o amor pode oferecer.
E sonhei, e vivi o mais lindo amor já sonhado,
nunca visto nem contado,
embora por muitos almejado
mas nunca, por mortal algum encontrado.
A esse amor entreguei-me,
inteira, displicente,
voraz, carente,
límpida, fremente,
na loucura da paixão que me invadia,
tomava conta, consumia,
acreditei poder manter-me nesse pacto
que de nosso encontro luzia
e investi meus sonhos na tua companhia,
na tua luz que minha vida invadia,
no teu calor que meu corpo aquecia...
E segui te amando,
te querendo, te sonhando, te vivendo,
te cantando em versos
puros, vivos e coesos,
colorindo minha vida, recriando pensamentos,
alcançando os mais puros sentimentos,
enxergando o amor como vida sem lamento.
Amei você... E ainda te amo!
O sonho apossando-se da realidade,
mantendo viva a saudade.
Impossível esquecer ou deixar de te querer,
seguir meu caminho sem ao menos te ver,
pois ainda sonho os sonhos que um dia sonhei com você.
Aisha
10/06/2005
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Aparências
Adriana Cristina
Rampin
Luto incessantemente por
tentar esquecer-te.
Busco freneticamente apaga-lo de minha vida e em minha memória,
mas as lembranças teimam em trazer-me você,
e por elas sou levada nessa batalha sem armas e sem vitória.
Luto incessantemente por manter-me longe de você.
Desesperadamente tento arrancar as marcas que esse amor deixou em minha
alma,
mas grita em mim o teu cheiro, perco-me e vejo que nada posso fazer.
Coloco-me então submersa nessa saudade,
deixando-me levar pelas mãos da lembrança fantasiada em calma.
Luto incessantemente por não sentir você.
Arranco de mim todos os meus sentidos, confiante de que é neles que você
se abriga,
teu gosto vaguea pelo meu corpo que ainda queima com as lembranças do
prazer,
fazendo-me contorcer na dor de saber que não faz mais parte da minha
vida,
Luto incessantemente por
tentar sobreviver,
e levar minha vida assim, sem lembranças, sem sentidos, e sem você.
Vou mantendo as aparências, negando meus desejos,
tentando manter-me na mentira de não mais te querer.
Aisha
21/04/2005
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Apenas um olhar
Adriana Cristina
Rampin
Um olhar,
apenas um olhar
e em fração de segundos
vi o mundo parar...
... E rodar...
Rodei!
Rodei e te achei
novamente a me olhar...
E a me beijar
num beijo distante,
penetrante,
como num carinho
de gesto ausente,
nauseante,
perene a me tocar
apenas com o olhar,
numa fração de segundo...
...Naquele segundo...
Ah! Esse olhar...
Manso e meigo olhar.
Sem pestanejar,
incisivo,
intrigante,
dominante.
Sondando-me a alma
luzindo desejo,
anseio.
Doce olhar...
Lascivo olhar...
levando-me a navegar
em águas quentes,
desejo afluente
tomando conta da gente.
Em fração de segundos...
Num simples olhar...
Somente um olhar,
podendo
toda a história
não vivida contar.
Aisha
26/06/2005
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Apogeu
Adriana Cristina Rampin
Ávida, apaixonada, amante,
amada
Abrasante alma apreendendo amores
Alusão altiva, atrelando ardores
Atreve-se a amar ante a alva alvorada
Ardente aprendizagem,
alquimia alucinante
Atração augusta avançando abusada
Aprazimento acordado, aproxima-se armada
Arrisca-se afoita, astuta, agonizante
Assim aventura-se,
alegre alçada, anúncio animador
Amando, aplainando, arte arrojada, avassalador
Assoberbados amantes ansiando ascender
Amantes
aterrados, absorvidos, atendidos
Agora afeiçoados, aportados, aturdidos
Atrevem-se apenas agarrados adormecer
Aisha
12/04/2005
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Delírio
Adriana Cristina
Rampin
Nos seus braços me perco,
torno-me úmida, estremeço.
Grito seu nome, no prazer me arremesso
entregando-me inteira aos seus mais loucos desejos.
Nos seus espaços me perco
rendendo-me ao seu olhar,
que me toma, enlaça e domina
levando-me afoita a delirar.
No seu corpo me perco,
em seu calor permito-me queimar
entrego-me nua, inteira a vibrar,
pronta para ao seu comando gozar.
E nesse orgasmo alucinante
bebo da vida que seu sexo me traz.
É o fim que leva ao começo,
tornando-me ainda mais voraz.
Aisha
07/05/2005
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Entrega
Adriana Cristina
Rampin
... Lascivo,
apossando-se de meus sentidos
penetra em minha vida avançando destemido.
O mundo canta convidando-me a mais uma dança,
eterna aliança...
Sonho de criança em alma de amante ,
rendo-me à magia dessa ressonância.
Em sua forma de amar,
tira-me do chão fazendo-me levitar.
Derruba minhas defesas de fêmea guerreira,
mostrando-me o sentido da paixão aventureira
que faz a alma transpirar.
Nessa entrega total e absoluta
encontro a vida a vibrar.
Encanto-me com o canto que a ouço cantar
na voz da sedução,
e danço sua dança sendo levada pela sensação
de paz, ternura e realização.
Aisha
22/06/2005
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Liberdade
(Adriana Cristina
Rampin)
Ser livre é estar em
perfeita harmonia com você mesmo...
É estar em paz, corpo, alma e pensamento...
É ser mensageiro do amor, não ferindo sentimentos...
É enxergar no outro o seu complemento.
Estar livre é caminhar pela realidade como quem vaga pelos sonhos...
É reconhecer no mundo um palco que abriga artistas risonhos...
É levar alegria aos que vivem tristonhos...
É manter-se distante de argumentos bisonhos.
Permanecer livre é acreditar em você mesmo...
É saber que para todo fim há um começo...
É descobrir em si próprio a força necessária para levantar-se dos
tropeços...
É colocar-se diante dos problemas com sorriso de garoto travesso.
"A liberdade não é um presente que se ganha gratuitamente
deve ser conquistada através de atos concretos, assiduamente
tornando-se uma dádiva dos que a buscam
incessantemente."
Aisha
21/05/2005
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Metamorfose
Adriana Cristina
Rampin
Em sonhos lúcidos me transporto,
vários mares, muitos portos,
tantos olhares, inúmeros corpos.
São luzes a reluzir,
enchendo os ares fazendo-me subir
aos mastros dos ventos em um só pensamento.
E penso...
E sonho...
Tudo num só momento!
E vejo o que meus olhos não acreditavam existir,
mundo de cores, majestoso firmamento
em mares navegáveis desprovidos de lamentos.
Dá-se a paz!
Nos olhos do mensageiro,
a esperança se faz.
Alada luz, puro encantamento,
coração repleto de novos ensinamentos
transborda num extase de puro contentamento.
Conhecimento advindo de milênios,
sábios mestres feito fogo inextinguível
abrasando minha alma,
marcando meu corpo,
transformando meus pensamentos.
Metamorfose!
Rompimento do casulo
dando vida nova a nova criatura,
festejo a graça de novo advento
e vejo-me luz em comboios de paz,
parte do todo, missão sagaz
levando vida onde a morte é voraz.
Aisha
09/06/2005
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Papel
Adriana Cristina
Rampin
Em papel simples te desenho,
linhas retas, branco e preto,
contornos sutis, delineando desejo,
no corpo nu, um anseio,
frenesi, te vejo.
Do papel o desenho,
toma forma, faz-se inteiro,
traz o fogo abrasador
aquecendo seu autor.
Criador e criatura,
envolvidos em volúpias
aproximam-se sorrateiros,
unindo os corpos, tocando os meios,
descobrindo seus segredos
puro êxtase, aconchego.
E na fúria muito louca,
na busca dos corpos
o encontro das bocas,
sussurrando, vozes roucas
em gemidos inefáveis,
que pra prazeres incontáveis
uma vida seria pouca.
E o desenho no papel
ganha cor, forma e textura.
Observando-o atentamente,
torna-se claro, evidente
a mudança da figura,
que juntando suas retas
às novas linhas curvas,
desenha o amor
em geometria augusta.
AISHA
10/06/2005
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Plaisir
Adriana Cristina
Rampin
Vem chegando,
Tomando-me sem pedir, vem logo me amando.
Sentindo seu gosto, lascivo, penetrante,
com gosto de terra num corpo de amante
vou logo me entregando nesse sexo pulsante.
E quero mais,
no dar e receber, numa fúria voraz,
tocando você, sentindo-o estremecer,
num uivo de tesão com gosto de prazer.
Mãos deslizando, sempre no
comando,
bocas arfantes nos corpos explorando
os pontos importantes, totalmente eletrizantes,
na gula incessante pedem mais.
Toma do meu suco, enquanto provo do seu
num ritmo alucinante de prazer constante,
entrego-me perdendo-me nesse apogeu.
E continua nossa história,
já sem fazer uso da memória ou sentidos,
da realidade totalmente desprovidos.
Sussurro gemendo em seu ouvido
um querer louco, incontrolável, desmedido.
Atendendo aos meus apelos, num encaixe mais que perfeito,
dançamos a dança do acasalamento,
livres de todo e qualquer preconceito,
apenas vivendo esse momento, entregando-nos por inteiro
na explosão do orgasmo derradeiro.
Aisha
19/06/2005
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Rascunho
(Adriana Cristina
Rampin)
Em papel avulso, minha vida vai sendo escrita.
Nada é certo, é tudo começo, idéias soltas ao vento,
rascunho de um projeto que inicia-se no pensamento.
Muitas são as tentativas de uma escrita perfeita,
de uma história sentida que vá além da vida,
de registros profundos que ultrapassem o simples rascunho,
mas os erros acontecem.
Palavras erradas, mal acabadas,
riscos sem ângulos, fora de esquadro,
desenhos ilegíveis, totalmente deformados,
nada que retrate o projeto que no pensamento foi iniciado.
E sigo com meu rascunho,
tentando,
errando,
tudo apagando,
reiniciando.
Crio novos desenhos, dando-lhes vida e sentimento,
coloco-os como centro desse projeto em rascunho,
dou-lhes cor, harmonia, alegria e esperança
e os observo e analiso com a ingenuidade de uma criança.
Na expectativa da observação,
pensando ter o projeto pronto em minhas mãos,
sofro a angustia de nova decepção,
pois o desenho, acabado, criado, aprovado e observado
vai desmanchando-se, lentamente,
desfazendo-se impiedosamente,
despedindo-se solenemente,
num papel de rascunho,
agora sem vida e sem importância,
tornando-se apenas
o pedaço de um sonho borrado.
Aisha
28/05/2005
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Renascimento
Adriana Cristina
Rampin
Nascida do ventre que tudo
cria, parto místico que os sentidos domina,
viajante das asas que tudo carrega, meu espírito em vôo se entrega
a dor guardada pelo mistério da cura encontrada nos fragmentos do tempo,
espera que angustia na ausência do espaço que minha alma acorrenta.
Destôo entre espectros dos
sentidos prometidos!
Lei maior determinando a
vida em atos ritualistas onde a força impera,
torna livres seus filhos na mentira com a qual são sustentados,
olhos vendados por imposturas repulsivas ocultando-lhes a luz que em
brados se manifesta,
ecos mudos sobrevoando o mundo pelos vértices sombrios onde a morte é
funesta.
Fecho-me reclusa na
intuição desmedida, viajando mundos, invadindo fronteiras.
Projeto-me em luz estilhaçando cadeias, aniquilamento das correntes que
me prendiam aos limites do tempo,
fúria dos ventos recriando a criação da vida em novo nascimento.
Brada em lirismo a nova
criatura
que em ritos harmônicos recria o universo onde a morte se mantinha,
fagulha a espalhar-se pelo céu de noites negras
refazendo o firmamento das almas ainda presas aos falsos credos onde a
ameaça é contínua.
Espalha seu canto em luz, concepção pura parindo vida no rompimento com
a morte que antes oprimia.
Aisha
06/07/2005
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Restos de nós
Adriana Cristina
Rampin
Perdida nos espaços do
tempo,
entrego-me ao desejo que toma meu corpo,
abrasando-me inteira com as lembranças dos sonhos
que sonhados ao acaso, perdem-se hoje em nosso passado.
Pensamentos emaranhados, referências alucinógenas,
saio do mundo, perco-me na história,
entregando-me sem demora aos fantasmas que me assolam,
restos do que fomos, tudo o que sou agora...
Gemidos e sussurros, sons ecoados em minha alma
que acredita encontrar a saída para a dor desmedida,
nos momentos de prazer e alegria onde meu corpo sorria
entregando-se a você, sem sombras nem assombros,
na cópula dos amantes, o riso do gozo.
Rir seu riso em meu espírito já lavado por seus fluídos,
semente que germina frutificando o verbo que em mim carrego,
vivo presente em realidade ausente,
Ilusão gritando meu nome
nos portais da vida onde ainda lhe espero.
Aisha
03/07/2005
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Retalhos
(Adriana Cristina
Rampin)
Rasgo-me em duas.
Buscando a lucidez dos meus passos
esbarro em sentimentos, esperanças que luziram em meu passado,
transformadas hoje em descrenças abrigadas num corpo em retalhos.
Lúgubre esconso em mim mesma, noite insone alimentando a dor,
pérfida rainha, repleta de mágoas, envolvida em tramas de ódio e rancor.
Mosaico sem cor...
Sofro minha própria ausência...
Na busca desesperada de minha essência, perco-me em embustes ardilosos,
ânsia febril sustentando-me em gemidos, gritos enfadados,
torpe pavor preenchendo-me os espaços arruinados,
observo os destroços,
incessante tormento assolando-me o espírito, triturando-me os ossos,
levando-me a crer em um mundo sem vida, sem luz, sem alma, imbuído em
remorsos.
Noite sem lua...
Encontro-me em desencontros pelos cantos encantados de uma noite escura,
arrebato-me nos gritos de minha insanidade, rasgando meus sentidos,
atirando-me nua.
Tentativa evasiva de obter a paz.
Entrego-me vencida, guerreira abatida em batalha perdida,
armas ao chão, rendo-me ao perceber na esperança a desilusão.
Vendo-me em sombras, torno-me ciente do contexto presente
e em breve momento de lucidez aparente,
reúno as sobras, os cacos, minha vida em estilhaços,
sonhos latentes em retalhos desenhados.
Aisha
04/06/2005
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ROSA
(*04/09/1917 -
04/07/2005*)
Adriana Cristina Rampin
Nesse grande jardim da
vida, uma Rosa foi colhida,
talvez para enfeitar o céu onde as rosas têm guarida
no coração da Criação, que tudo cria e recria.
Será rosa a Rosa da minha vida
que sem se despedir foi embora me deixando perdida?
Não pode ser não, afinal
não é rosa a cor da perdição.
Rosa que pinta de rosa tão lindo arrebol,
bela aquarela espalhando em tela a cor rosa do sol,
sendo Rosa semente livre
que germina rosa desabrochando em paixão.
Seria Rosa a face inocente
da moça que dança no salão?
Rosa era Rosa e mais nada!
Em sonhos rosas, Rosa caminhava
atenuando minha vida em suaves pinceladas,
nuances de tempo rosa em que Rosa esperava.
Tantas sementes germinadas
em tão longa jornada...
Pétalas rosas dessa Rosa encantada puderam ser vistas
no jardim rosa da vida,
espalhadas nas vidas nascidas dessa Rosa perfumada.
Foi só um adeus!
Rosa sem espinhos em um jardim rosa se recolheu.
Aguarde bela Rosa, pois a vida que sonhamos é cor-de-rosa,
sonhos rosa de criança
que nos jardins de Rosa brota em esperança
de em breve nos reencontrarmos para mais uma dança.
Segue em paz a Rosa que
minha alma acalenta...
Aisha
04/07/2005
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